RIBEIRO, Elydia [30]
- Nació: 18 ABRIL 1883, Limeira, SP, Brasil 14
- Bautismo: 28 ABRIL 1883, Limeira, SP, Brasil
- Matrimonio: SCARTEZINI, Francisco [29] el 17 OCTUBRE 1903 en Limeira, SP, Brasil 12
- Defunción: 16 OCTUBRE 1957, São Paulo, SP, Brazil a la edad de 74 años
- Sepultado: São Paulo, SP, Brazil
Otros nombres para Elydia eran RIBEIRO, Elídia, RIBEIRO, Lydia, SCARTEZINI, Elydia Ribeiro y SCARTEZINI, Lydia Ribeiro.
Notas generales:
Única sobrevivente da família. Mãe e irmão morreram na epidemia de febre amarela, cerca de 1892. O pai foi encontrado morto em um rio sob suspeita de suicídio. Supõe-se que Elydia é descendente de indígenas. 14
Los eventos notables de ella vida fueron:
• Death, Cause of: Insuficiência hepática e Neoplasia do fígado.
• Padrino: Antônio Pinto Ribeiro. 14
• Madrina: Francisca da Vinha Ribeiro.
• Death: 14h30, à R. Itapirapés, No. 159, Santa Efigênia, São Paulo, SP.
Elydia se casó con Francisco SCARTEZINI [29] [MRIN:11], hijo de Domenico Venanzio SCARTEZZINI [31] y Costanza FONTANARI [32], el 17 OCTUBRE 1903 en Limeira, SP, Brasil.12 (Francisco SCARTEZINI [29] nació el 26 SEPTIEMBRE 1880 en Limeira, SP, Brasil, bautismo el 04 OCTUBRE 1880 en Limeira, SP, Brasil, falleció el 06 NOVIEMBRE 1937 en Limeira, SP, Brasil y fue [sepultado];;[incinerado] en Limeira, SP, Brasil.)
Notas de Matr.:
"Meus pais se casaram em 1903. Ele, um hábil alfaiate, era um homem de bem. A vida do casal era perturbada apenas quando ele cedia ao vício do álcool. “Minha mãe era uma mulher bem formada, por índole e pela criação. Zelosa e amorosa era, contudo, exigente, o que levou o casal a desentendimentos e a três separações. "A primeira separação deu-se em agosto de 1911, às vésperas do nascimento do caçula. Antes ela foi com os três filhos para a casa do seu primo e abastado fazendeiro, Plácido Pinto Ribeiro [2045], que já vinha auxiliando a família. Nascido o menino, Germano [240], ela seguiu poucos dias depois para a fazenda de sua prima Ermelinda [2046], a duas léguas da cidade, trecho que se fazia bem em duas horas em troly, tirado por animais. Ermelinda era irmã de Plácido [2045] e de Tia Clementina [2047]. Mamãe foi como doméstica e com o salário de Rs 10$000 (dez mil réis) mensais. "Antes de partir para a fazenda minha mãe deixou a filha Constança [217], de sete anos, com sua tia e madrinha Luíza [43], que acabara de mudar-se para São Paulo, onde seu filho mais velho, Epitácio [46], de 18 anos aproximados, trabalhando no comércio, acabava de assumir a família. Eu [27], com pouco menos de seis anos, fiquei com tio Maneco [2048] e Plácido [238], com menos de quatro, ficou com seu padrinho de mesmo nome [2045]. Tudo se deu entre agosto e outubro de 1911."
"Por volta de 1921 meu pai propusera à minha mãe reconciliarem-se, indo morar em Carioba, distrito de Americana, próxima a Limeira, levando mamãe e apenas dois filhos, Constança e Germano. Plácido teria ficado em Santos e eu me encontrava em São Paulo. Pouco tempo durou a reconciliação, voltando mamãe a seu humilde mistér em Santos, Germano indo para casa do Tio Maneco e Constança vindo para Campinas." 14
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